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Se eu tenho uma maçã e dou de presente  para você, eu fico sem a maçã. Agora, se eu tenho uma  informação interessante e compartilho esse material com você, nós dois ficamos com essa informação.

Uma preocupação recorrente entre pessoas e organizações que buscam seu lugar ao sol nas redes sociais é o tipo de conteúdo que irão produzir. Não é fácil ter conteúdo exclusivo e inédito no meio de tanta informação que circula pela rede,

Há quem diga, inclusive, que, no ciberespaço, informação é commodity. E a existência nesses ambientes passa, obrigatoriamente, por informação. Nós nos traduzimos em informação quando criamos um perfil numa rede social.

Diante dessa enxurrada de dados, a criatividade pede passagem. Paralelamente a ela, o gesto de compartilhar conteúdo aparece como valor intrínseco às redes. Num ambiente que só existe graças às trocas informacionais – que vão desde comentários até grandes obras licenciadas em Creative Commons

toda a produção de conteúdo só vai fazer sentido se esse material estiver disponível para ser compartilhado.

O que vale nessas redes é a lógica das maçãs versus a das informações. Se eu tenho uma maçã e dou de presente  para você, eu fico sem a maçã. Agora, se eu tenho uma  informação interessante e compartilho esse material com você, nós dois ficamos com essa informação. Eu não a perco por a ter compartilhado. Simples, né? É a lógica horizontal no fluxo da informação que faz com que a rede se movimente.

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